domingo, 17 de fevereiro de 2013

GENE GAY ? COM CIÊNCIA NÃO CABE MALABARISMO

Não existem fatos científicos que provem que a homossexualidade seja genética. Todos os estudos divulgados deixam claro que se trata de probabilidade apenas, e induzir ao erro é considerado um grave delito na comunidade científica.

Após entrevista polêmica do psicólogo e Pastor Silas Malafaia no programa de Frente Com Gabi do SBT, surgiram várias teorias tentando refutar as afirmações que Silas fez quanto ao nascimento do homossexual não ser genético e sim comportamental, apareceu até um personagem tentando transformar a homossexualidade em genética, apesar da comunidade séria científica mundial, nunca ter afirmado esse fato como verdade científica. O que existem são estudos apenas com suposições e tentativas da vinculação. Mesmo assim, como estratégia, alguns tentam perverter a verdade por força de manipulação para enganar a sociedade implantando memória falsa, um tipo de alienação social favorecida pela mídia.

Estes personagens do “além” querem claramente tentar desconstruir  verdade dos fatos, no caso, as falas do Psicólogo Silas Malafaia e de tantos outros que se opõem não aos homossexuais, mas sim aos militantes chamados aqui no contexto de “gayzista”, que como defensores do “sexo anal” – que hoje rende muito diga-se de passagem - tentam subjugar a inteligência humana com uma estratégia barata e desesperada de induzir a sociedade ao erro e ao preconceito, impondo, distorcendo, manipulando e pervertendo a realidade em causa própria, agindo com total preconceito contra quem não comunga de suas opiniões.

“A ciência não é um fim em si mesmo, mas é antes um precioso e poderoso instrumento através do qual inegáveis progressos têm surgido visando o conforto e o bem estar dos seres humanos. Ciência autêntica implica, obrigatoriamente, em imparcialidade e em respeito ao conhecimento legítimo, não deturpado ou deformado por interesses escusos, sejam eles quais forem e procedam de onde quer que seja” (Dr. Adnet).

Na tentativa de “pseudos” cientistas academicamente parciais, logo desonestos, em comprovar as suas suposições de que a origem da homossexualidade seja genética, só conseguiram reafirmar o que já sabemos, o não nascimento do homossexual dada a ordem cromossômica X e Y. Todos os estudos e estudiosos até hoje só comprovam que a orientação sexual acorre após o nascimento, sendo decorrente das primeiras relações afetivas/e ou conflitivas e entendimento da criança na construção de seus primeiros afetos, ou seja, segundo a própria psicologia moderna a sexualidade é construída socialmente, culturalmente. Um bebê não nasce com comportamento sexual e sim vai aprendendo de acordo com sua cultura e as primeiras relações afetivas. O instinto sexual existe, mas este instinto é condicionado pelo seu meio, elaborado de forma positiva e ou negativa.

“Não existe consenso entre os cientistas a respeito das razões exatas pelas quais um indivíduo desenvolva uma orientação heterossexual, bissexual, gay ou lésbica. Mesmo embora diversas pesquisas tenham examinado as possíveis influências genéticas, hormonais, de desenvolvimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, nenhum achado jamais emergiu a fim de permitir que cientistas concluam que a orientação sexual seja determinada por qualquer fator ou fatores”(American Psychological Association. Understanding Sexual Orientation and Gender Identity).

Uma questão me preocupa, até quando profissões sérias se deixarão manipular por pressões de militantes mal intencionadas, que usam de forma vil a bandeira de direitos Humanos, que nem de longe tem a intenção de esclarecer ou proteger e sim, de pegar carona para promover suas causas, desfocando e descontruindo aqueles que julgam contrários à suas opiniões, pois se sentem ameaçados.

Essa argumentação pseudocientífica é a de que a homossexualidade seria genética. Jamais foi comprovado. O pesquisador Simon LeVay, que estudou as diferenças no hipotálamo em cérebros de homens homossexuais e heterossexuais atestou:

“É importante observar o que eu não encontrei. Eu não provei que a homossexualidade seja genética, nem tampouco encontrei uma causa genética para a homossexualidade. Eu não demonstrei que homens homossexuais nasçam assim, o erro mais comum que as pessoas cometem quando interpretam meus trabalhos. Nem tampouco localizei nenhum centro gay no cérebro”(Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)

“Não existe nenhuma pesquisa que possa identificar uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem desempenhar um papel na predisposição para a homossexualidade. Todavia, isto também pode ocorrer em diversas outras condições psicológicas. As pesquisas sugerem que fatores psicológicos e sociais podem ser fortemente influentes para o surgimento da condição homossexual. Exemplos incluem problemas de relacionamentos familiares no início da vida do indivíduo, sedução sexual, e sentimentos de inadequação com pares do mesmo sexo, com resultante perturbação quanto à identidade de gênero. A sociedade também pode vir a influenciar um jovem com questionamentos sobre suas preferências sexuais quando o incentiva a se auto-intitular gay” (National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality).

Qualquer investigação honesta, desprovida de partidarismos, poderá verificar que a literatura científica atual não dispõe de nenhum material conclusivo a respeito da gênese (se não a considerarmos uma doença), ou da patogenia (se a considerarmos uma doença) da homossexualidade.

Se dizem tão inteligentes e não sabem a diferença de estudos e fato cientificamente aprovado e comprovado pela comunidade científica internacional, publicado e aceito como verdade absoluta em periódicos oficiais. Isso é ciência.

Não houve mutação genética e a evolução ainda não chegou lá. Apesar de milhões de anos de existência da humanidade os cromossomos não evoluíram e ou se adaptaram a homossexualidade, tudo ocorre a nível mental psicológico relacional. Sinto em dizer, sexualidade não é um órgão é uma condição, não é palpável, é sentida. Como mensurar o que se sente? Muitos estudos ainda aparecerão e serão fadados ao fracasso. Já se tentou de tudo e não encontraram nada que comprove esta afirmação desonesta. Apenas volto a afirmar, estudos que partem geralmente de tentativa de se provar uma idéia, uma tese, uma suposição, um achismo. Mas a imparcialidade da comunidade científica não sede a parcialidade em benefícios próprios, porque com a ciência não cabe malabarismo.

Estudo, qualquer um pode fazer, é conclusão de curso. Somos obrigados a fazer mesmo que não se prove ou tenha sido conclusivo. Está virando quase que uma obsessão tentar se provar o improvável. É direito de qualquer estudante ou mestre tentar provar algo, porém estes “pseudo” geneticistas deveriam inscrever suas pesquisas sobre homossexualidade ser genética, formalmente na comunidade científica internacional e se, aceita, garanto que ganhará prêmio Nobel por ter provado o que muitos tentaram e nunca conseguiram. Fico impressionada com a ingenuidade, a cegueira, o oportunismo e a falta de ética de usar seu título para afirmar suposições, pois se de fato são cientistas éticos, sabem que essa atitude é inaceitável para todo e qualquer cientista sério.

O que temos de concreto são tentativas de explicação das causas da homossexualidade, nada além do que já sabemos, que a sexualidade humana é muito singular . A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade, por isso a complexidade. Em matéria de comportamento, há uma prevalência da experiência pessoal sobre os eventos genéticos.

Vou me valer de parte de um texto de Drauzio Varela sobre homossexualidade para tentar explicar o óbvio:

1º Existem pessoas que “acham” que os homossexuais já nascem assim e tentam manipular de todas as formas através de pseudos trabalhos científicos, que são achismos já que não foram aceitos e tão pouco comprovados. São especulações, probabilidades, tentativas frustradas, que com a ajuda da mídia torna-se um grande instrumento de polêmica e nessa luta por ibope vale tudo até induzir ao erro.

2º Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina. Essa é uma teoria absoluta pois até aqui, é o que a própria comunidade científica do comportamento humano tem como oficial, pois trabalha com a verdade observável, não com conjecturas e prevalências, suposições.

4º Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XX. Estamos até hoje nesta discussão, já achamos praticamente a cura do câncer, fizemos o mapeamento genético, descobriram a molécula de Deus, fomos a lua, fotografamos marte e ainda não descobrimos o cromossomo homossexual. Será que seria porque ele não existe? Pois se existisse, a ciência já teria encontrado.

5º Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal. São argumentos, tentativas, especulações, probabilidades, mas nada, absolutamente nada conclusivo. Até os dias de hoje nada foi comprovado. Este sim é um fato inquestionável.

6º Com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual. Mais uma tentativa de se provar que é físico, genético e nascido. Apenas a questão comportamental, elaboração negativa do complexo de édipo, tem sido aceitável como entendimento. Muitos estudos parciais desonestos em se provar com falácias e argumentos manipuladores, tudo em causa própria.

7ª “Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. “Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?” Diz Drauzio Varella.

8º Para Cristãos, tudo está explicado, Deus criou o homem e a mulher, com desejos que se encontram. A biologia prova essa máxima e isso é matemático, é genético, é observável, é explicado à luz da Bíblia. Entendo que tem pessoas que não acreditam nela, mas isso não dá o direito de ridicularizá-la e ofender cristãos e imputar ao cristão toda a violência que sofrem os homossexuais, pois é uma mentira e nunca será aceita em um país de gente boa, humilde e de maioria cristã.

Embora tente-se explicar a origem da homossexualidade, o que precisamos é entender a origem da nossa tolerância mutuamente. Homossexuais existem, Cristãos existem e independente de aceitarmos, querermos ou não, este comportamento (homo) e essa Fé (cristâ) para nossas vidas, temos que amar e respeitar as pessoas como elas são. Respeitar a diversidade, significa que todos, maiorias e minorias, somos diferentes e devemos nos respeitar. Direitos e deveres são para todos que se dizem humanos, independente de crenças e ou orientação sexual.

A sociedade está acuada também e se esforça. Ela está tentando conviver da melhor forma possível com os homossexuais sem ofender, magoar, mas infelizmente militantes desonestos não veem lucro nesta paz. Eles lucram em votos e financeiramente com essa guerra inventada por eles, transformar cristãos em homofóbicos e descontruir a família e o Deus que cremos é o objetivo. Já o objetivo da Fé Cristã é defender esses princípios..

Podemos não concordar com outras religiões além da nossa ou com comportamento homossexual, pois vivemos a heterossexualidade, no entanto, tenho o dever como cidadão de respeitar. Também temos como cidadãos temos o direito de lutar por nossas verdades, mas essa luta não pode ser mentirosa e vitimizadora, desonesta, ameaçadora, tentando induzir a população ao erro e digo isso para os dois lados.

Para convivermos, precisamos entender e aceitar que homossexuais são pessoas iguais, mas que tem desejo sexual diferente do nosso, e muitos não veem esse comportamento sexual (homo) como um erro, pecado ou com pesar, são felizes e querem permanecer nessa condição e devem ser respeitados por isso.

Por outro lado de acordo com nossa Fé Deus Criou homem para sentir desejo pela mulher, formarem uma só carne e procriarem. Ou seja, a família biológica e tradicional (homem e mulher) é o “normal” (sem juízo moral). A verdade por sí só é esclarecedora, libertadora para quem crê e deseja essa verdade. Pelo ouvir, ouve-se e aceita-se ou não. Esse é o poder do livre arbítrio dado por Deus, é a Liberdade de expressão. Céu existe para quem acredita nele.

Os homossexuais devem entender e respeitar que existem pessoas que não concordam com sua orientação sexual. Pessoas que creem em Deus e acreditam que o desejo do homem seja direcionado somente para mulher e vice e versa. Essa é a verdade cristã que nunca será mudada, pois é espiritual, ninguém na terra tem poder de mudar essa máxima e, ser cristão é ser obediente aos princípios de fé criados por Deus. Mas entendo que podemos falar deles com amor incondicional. Essa é a missão de todo cristão e esse cristianismo está tentando, se relacionar apesar das diferenças e opiniões. Mas nunca em tempo algum, cristãos adaptarão versículos bíblicos para satisfazerem seus desejos, pois sabem que seria impossível. Mas também conhecem a graça de Deus e como Deus sonda o coração.

Temos que entender que a militância desleal induzindo pessoas ao erro deve ser enfrentada e combatida, pois a sociedade não tolera mais esse expediente. Se todos queremos respeito, lutamos por direitos, não nos esqueçamos que temos deveres, que se aplica a todos em igualdade.


Fonte:

Estudos de Bell e Weinberg, com 505 revizados pelo médico Ethel Person e publicados no Jornal da Associação Psicanalítica Americana. (1983). Journal of the American Psychoanalytic Association, 31:306-315 ta.

Pesquisa :Centro gay no cérebro.” (Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)

National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality)

Dr Eduardo Adnet Médico Especialista em Psiquiatria Titulado pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira

Ryan Sorba, Homosexual Activists Intimidate American Psychiatric Association into Removing Homosexuality from List of Disorders. 2007.

www.drauziovarella.com.br

Biblia Sagrada


Marisa Lobo | [Original]

24 comentários :

  1. Vídeo fantástico do Olavo de Carvalho.
    Sigam ele que vai ter material pra vcs.
    Esse vídeo resume a vida de vcs e porque os gays e os heteros ridicularizam o "ex-gay" e o "gay enrustido".


    Manual Para Derrotar o Movimento Gaysista.
    http://www.youtube.com/watch?v=jlJ7qbK6hZU

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    1. Muito obrigado! Eu admiro Olavo de Carvalho como estudioso, e por ser sempre imparcial. Sempre que puder, colabore. Muita paz!

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  2. Cara eu vi teu vídeo no youtube muito bom, parabéns, continue firme nesse propósito. Muitas pessoas leem seu blog, independentemente de críticas ou qualquer coisa que o diabo faça pra impedir você de vencer e ajudar os outros com a sua própria experiência. Deus é contigo, não se precisa necessáriamente ir num púlpito e gritar pros 4 cantos as formas, se você tem essa arma (internet) em suas mãos, use-a sempre com sabedoria para a glória de Deus, você vai ver que chegará em um determinado momento que isso não será mais um 'problema' pra você, vai sentir o fardo muito mais leve se é que já não sente, e vai ter outros problemas pra pensar e resolver e ver que a homossexualidade na sua vida já passou.

    God Bless You!

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    1. "Vai sentir o fardo muito mais leve se é que já não sente". Irmão, com essa frase você resumiu minha vida. No começo de tudo, eu ficava sim "grilado", mas agora respiro o ar da liberdade, a única coisa que sinto como fardo é saber que muitos querem mudar e ainda não conseguiram, e pior do que isso, são atingidos todos os dias por ideologias negativas de que não podem mudar, causando mais depressão e confusão. Eu vivo o que eu prego: estou livre disso na carne, em pensamento e na minha rotina diária. Claro, só sendo Deus, pois sozinho eu ainda estaria na mesma. Muita paz!

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  3. Olá querido, olha os vídeos de uma pastora que eu conheci e inclusive ja conversei com ela, é a sarah sheeva (ex- SNZ)

    http://www.youtube.com/watch?v=2QY2ynjac5Y
    http://www.redetv.com.br/Video.aspx?8,10,287525,entretenimento,tv-fama,travesti-compra-briga-com-a-filha-de-baby-do-brasil

    olha tbm o canal dela no youtube.com/sarahsheeva

    ela fala sobre vontades descontroladas no nivel de santificaçao 1 que se aplixa exatamente a quem precisa se libertar da homossexualidade

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  4. Paz e graça irmão! Eu acompanho a Sarah Sheeva, Deus a usou bastante para esclarecer algumas coisas que eu tinha dúvida. Ela é uma mulher de Deus muito abençoada. Muito obrigado pelos linkis, certamente vai colaborar. E eu achei um horror esse travesti criticando a Sarah, mas o cristão de verdade ele é assim, não veio para trazer paz, pelo contrário veio trazer divisão e revolta porque não aceita o pecado. É bíblico: "Cuidais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão" Lucas 12:51

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  5. Pois é esse travesti usou interpretação pessoal e não bíblica

    Ai ta a segunda parte dessa entrevista com a resposta de Sarah, comenta o que você achou depois =D

    http://www.redetv.com.br/Video.aspx?8,10,287770,entretenimento,tv-fama,sarah-sheeva-vira-pastora-e-diz-que-e-ex-cachorra

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  6. Oi irmão! Eu amo a Sarah, até casaria com ela hehe. Olha, falar de deixar a homossexualidade, ou de Bíblia para os homossexuais é quase que proclamar uma guerra cara. Eles são o tipo de ser humano mais carnal que existe, vivem para os deleites do prazer carnal. Não tem outro jeito, é só o Espírito que convence, nada mais. A Sarah foi perguntada, então o correto é ela falar mesmo. Mas é um assunto muito delicado, que deve ser falado sempre com cuidado na mídia, pois os homossexuais são mestres em se fazerem de vítimas. Sempre que puder colabore com conteúdo similar. Graça e paz!

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  7. A observação do comportamento homossexual em animais pode ser visto como um argumento a favor e contra a aceitação da homossexualidade em humanos, e tem sido usada especialmente contra a alegação de que é um peccatum contra naturam ("pecado contra a natureza"). Por exemplo, a homossexualidade em animais foi citada na decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos no julgamento Lawrence versus Texas, que derrubou as leis contra a sodomia de 14 estados daquele país.

    Não foi encontrada nenhuma espécie em que o comportamento homossexual não demonstrou-se existente, com exceção de espécies que nunca fazem sexo, tais como ouriços e aphis. Além disso, uma parte do reino animal é hermafrodita, realmente bissexual. Para eles, a homossexualidade não é um problema

    Para a reprodução pode sim não ser algo natural, mas falando biologicamente tudo indica que para a orientação sexual é algo tão natural quanto a heterossexualidade, a literatura científica dos últimos 20 anos deixa claro que a condição de ser homossexual não é mera questão de estilo de vida, está arraigado na biologia individual.

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  8. Simon Le Vay em 1991 com seus estudos com animais mostravam que uma parte do hipotálamo, na base do cérebro, estava relacionada à regulação do comportamento sexual. "Quis checar se poderia haver ligação também com a orientação sexual", diz Le Vay. O pesquisador reuniu uma pequena quantidade de cadáveres de homens e mulheres héteros e homens gays e focou sua atenção num pequeno grupo de células do hipotálamo anterior chamado INAH3. Ao comparar o tamanho da estrutura entre os sujeitos dos dois grupos, verificou que ela era em média duas vezes maior entre os homens héteros. Mais do que isso, o tamanho do INAH3 dos gays se aproximava daquele encontrado em mulheres. Este ano o trabalho de Le Vay recebeu um importante reforço, ainda que indireto. Um estudo da Universidade do Oregon comparou os cérebros de cerca de 30 carneiros héteros e homossexuais. Sim, 10% dos carneiros são homossexuais. O estudo mostrou que, assim como em humanos, o tamanho de uma estrutura do hipotálamo associada ao comportamento sexual é menor em carneiros homossexuais, com proporções semelhantes às encontradas nos cérebros das fêmeas da espécie. "É claro que a sexualidade humana é mais complexa do que a das ovelhas, mas fiquei feliz ao saber do resultado", comenta Le Vay.

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  9. Homem gay tem cérebro feminino, comprova estudo

    Da mesma maneira, cérebro de lésbica parece o de um homem heterossexual.
    Estudo dá as provas mais sólidas de que a orientação sexual é característica biológica.
    Marília Juste
    Do G1, em São Paulo
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    O cérebro de um homem gay é mais parecido com o de uma mulher do que com o de um homem heterossexual. É o que mostra um estudo feito na Suécia e divulgado nesta segunda-feira (16), que revelou as provas mais sólidas até hoje de que a sexualidade não é uma opção, mas uma característica biológica.

    [x] Tomografia por emissão de pósitrons revela que fluxo de sangue na área do cérebro que controla emoções de homossexuais é parecido com o do sexo oposto (Foto: Divulgação)

    A equipe de Ivanka Savic, do Instituto Karolinska, mostrou, com a ajuda da ressonância magnética, que o tamanho e a forma do cérebro variam de acordo com a orientação sexual. O cérebro de um homem gay parece o de uma mulher hétero – com os dois hemisférios mais ou menos do mesmo tamanho. O de uma lésbica, no entanto, parece o de um homem hétero – pois os dois têm o lado direito um pouco maior que o esquerdo.

    Trabalhos anteriores já tinham detectado uma diferença na atividade cerebral, mas eles analisaram apenas a resposta sexual dos indivíduos. Por exemplo, na hora de ver um rosto atraente. Esse tipo de coisa, afirma Savic, pode ter sido “aprendida” ao longo dos anos. Por isso, a pesquisadora preferiu estudar parâmetros fixos, como o tamanho e a forma do cérebro, que se mantêm os mesmos desde o nascimento.

    A equipe também analisou o fluxo de sangue na amígdala, a área do cérebro que controla o aprendizado emocional, o humor e a agressividade. Novamente, o padrão masculino homossexual correspondeu ao feminino heterossexual e vice-versa.

    Ao todo, o grupo estudou 90 participantes (25 heterossexuais e 20 gays de cada um dos sexos). Os resultados foram apresentados na edição desta semana da revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a “PNAS”.

    http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL602802-5603,00-HOMEM+GAY+TEM+CEREBRO+FEMININO+COMPROVA+ESTUDO.html

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  10. neurologista britânico Simon LeVay, autor do livro Gay, Straight and The Reason Why (Gay, Hetero e Por Quê), descobriu, em 1991, a partir do estudo de cadáveres, que um grupo de células do hipotálamo anterior era duas vezes maior em homens hétero. E que o tamanho dessa estrutura cerebral, nos homens gays, era similar ao encontrado em mulheres. Outro estudo de 2008 do Instituto Karolinska, na Suécia, utilizou a ressonância magnética para analisar os cérebros de 90 pessoas e descobriu que lésbicas e homens heterossexuais compartilham uma “assimetria” particular entre os hemisférios, enquanto mulheres heterossexuais e homens gays não tinham diferença de tamanho entre as duas metades do cérebro.

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  11. Como vocês são mentiroso, usam uma frase do doutor Dráuzio Varella fora do contexto e colocam como se ele tivesse falando que a homossexualidade é causada por essa mentira de ausência de pai, ele estava citando o caso de pessoas que não concordam com a genética. Vou ddeixar o texto completo.

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  12. Drauzio Varella
    Existe gente que acha que os homossexuais já nascem assim. Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina.

    Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XX.

    HOMOSSEXUALIDADE

    A IMPOSIÇÃO SEXUAL
    Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal.

    Mais tarde, com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual.

    Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?

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  13. Sinceramente, acho essa discussão antiquada. Tão inútil insistirmos nela como discutir se a música que escutamos ao longe vem do piano ou do pianista.

    A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade. De nossos pais herdamos o formato da rede de neurônios que trouxemos ao mundo. No decorrer da vida, entretanto, os sucessivos impactos do ambiente provocaram tamanha alteração plástica na arquitetura dessa rede primitiva que ela se tornou absolutamente irreconhecível e original.

    Cada indivíduo é um experimento único da natureza porque resulta da interação entre uma arquitetura de circuitos neuronais geneticamente herdada e a experiência de vida. Ainda que existam irmãos geneticamente iguais, jamais poderemos evitar as diferenças dos estímulos que moldarão a estrutura microscópica de seus sistemas nervosos. Da mesma forma, mesmo que o oposto fosse possível – garantirmos estímulos ambientais idênticos para dois recém-nascidos diferentes – nunca obteríamos duas pessoas iguais por causa das diferenças na constituição de sua circuitaria de neurônios. Por isso, é impossível existirem dois habitantes na Terra com a mesma forma de agir e de pensar.

    Se taparmos o olho esquerdo de um recém-nascido por 30 dias, a visão daquele olho jamais se desenvolverá em sua plenitude. Estimulado pela luz, o olho direito enxergará normalmente, mas o esquerdo não. Ao nascer, os neurônios das duas retinas eram idênticos, porém os que permaneceram no escuro perderam a oportunidade de ser ativados no momento crucial. Tem sentido, nesse caso, perguntar o que é mais importante para a visão: os neurônios ou a incidência da luz na retina?

    Em matéria de comportamento, o resultado do impacto da experiência pessoal sobre os eventos genéticos, embora seja mais complexo e imprevisível, é regido por interações semelhantes. No caso da sexualidade, para voltar ao tema, uma mulher com desejo sexual por outras pode muito bem se casar e até ser fiel a um homem, mas jamais deixará de se interessar por mulheres. Quantos homens casados vivem experiências homossexuais fora do casamento? Teoricamente, cada um de nós tem discernimento para escolher o comportamento pessoal mais adequado socialmente, mas não há quem consiga esconder de si próprio suas preferências sexuais.

    Até onde a memória alcança, sempre existiram maiorias de mulheres e homens heterossexuais e uma minoria de homossexuais. O espectro da sexualidade humana é amplo e de alta complexidade, no entanto; vai dos heterossexuais empedernidos aos que não têm o mínimo interesse pelo sexo oposto. Entre os dois extremos, em gradações variadas entre a hetero e a homossexualidade, oscilam os menos ortodoxos.

    Como o presente não nos faz crer que essa ordem natural vá se modificar, por que é tão difícil aceitarmos a riqueza da biodiversidade sexual de nossa espécie? Por que insistirmos no preconceito contra um fato biológico inerente à condição humana?

    Em contraposição ao comportamento adotado em sociedade, a sexualidade humana não é questão de opção individual, como muitos gostariam que fosse, ela simplesmente se impõe a cada um de nós. Simplesmente, é!

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  14. Temos evidências científicas que a homossexualidade é genética sim, não são suposições, são evidências, só não encontraram o ponto certo, mas as evidências são várias

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  15. Homossexualidade é genética (e não há “cura”)

    Tábata Bergonci
    24/08/2016

    Identificadas regiões nos cromossomos que parecem ser responsáveis pela orientação sexual. [1]
    “Baby, eu nasci desse jeito!” canta Lady Gaga, se referindo aos homossexuais, bissexuais e transexuais, em uma famosa música de 2011. De fato, nas últimas duas décadas, cientistas vêm aumentando as evidências de que a homossexualidade não é uma escolha, mas sim determinada pela genética. Muitas pesquisas em sexualidade começam a demonstrar isso. Por exemplo, sabemos que a homossexualidade é mais comum em parentes biológicos de outros homossexuais do que de heterossexuais [2]. Estudos também mostram que a chance de que gêmeos idênticos sejam ambos homossexuais é mais alta do que para irmãos não gêmeos [3]. Recentemente, um estudo com 409 pares de irmãos gêmeos homossexuais, o maior realizado até hoje, encontrou duas regiões contendo genes que influenciam o desenvolvimento da orientação sexual [4].
    O DNA é composto por nucleotídeos. Quando apenas um nucleotídeo é trocado na sequência de um gene, chamamos isso de SNP (polimorfismo de nucleotídeo único). Os pesquisadores analisaram os genomas dos 818 indivíduos (gêmeos homossexuais) e também o genoma de mais 90 familiares não-homossexuais desses gêmeos. A análise encontrou SNPs em diversos genes. Isso significa dizer que homossexuais têm alguns genes cuja sequência tem uma única alteração, se comparada aos mesmos genes em heterossexuais. Em geral, uma pequena mudança na sequência gênica pode fazer com que o gene se expresse de maneira diferente entre os indivíduos, originando diferentes características. No estudo, as regiões com mais SNPs encontrados estão presentes no cromossomo 8 e no cromossomo X (que é um dos cromossomos sexuais).

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  16. Dentre os genes com SNPs, muitos estão relacionados ao desenvolvimento neuronal ou participam na neurotransmissão. Isso significa dizer que a orientação sexual parece ser determinada antes do nascimento. Algumas descobertas são interessantes: um gene expresso no cérebro, chamado CNGA2, é essencial para que exista comportamento sexual dependente de odor (o odor está ligado aos níveis de testosterona e é importante para a comunicação sexual) [5]. Outros dois genes encontrados, AVPR2 e NPBWR1, têm relação com o comportamento e interação social em ratos [6].

    Então está tudo explicado? Sequências diferentes nos genes determinam a orientação sexual do indivíduo? Não, nada é tão simples na natureza. Existem irmãos gêmeos (genomas idênticos) onde um é homossexual e o outro heterossexual, mostrando que os genes não conseguem explicar tudo. Mas a explicação para este fato parece ainda estar na genética, mais precisamente, epigenética. Simplificando, existem fatores que “ligam” e “desligam” nossos genes, e isso faz com que indivíduos com genomas idênticos possam ter características diferentes. Cientistas já encontraram pelo menos cinco regiões no genoma humano que são diferentes entre homo e heterossexuais, ou seja, alguns genes estão “ligados” em homossexuais e “desligados” em heterossexuais, e vice-versa. Evidências sugerem que essas diferenças são dependentes da posição do feto no útero e também da quantidade de sangue que o feto recebe da mãe [7].

    A existência de homossexuais do sexo masculino sempre foi um paradoxo genético evolutivo, já que este existe em diversas espécies apesar da menor disposição para procriação que os indivíduos homossexuais possuem (com consequente não passagem dos genes para os filhos). Curiosamente, mulheres que apresentam a variante de genes homossexuais masculinos não são necessariamente homossexuais e apresentam maior fertilidade. Assim, a alta fecundidade dessas mulheres na população parece “compensar” a taxa de homossexualidade masculina [8]. Alguns estudos mostram que certos genes relacionados à atração por homens parecem “funcionar” tanto em homossexuais, quanto em mulheres, e, no sexo feminino, isso leva ao aumento do sucesso reprodutivo.

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  17. Os últimos estudos sobre orientação sexual são, no mínimo, interessantes. Nossa sequência de DNA, juntamente com a epigenética, explica o porquê de mães e pais heterossexuais poderem ter filhos homossexuais, sendo o contrário também verdadeiro. Além disso, as descobertas em epigenética mostram o quanto o ambiente pode influenciar a orientação sexual do indivíduo, desde antes do nascimento. Do mesmo modo que nascemos com olhos castanhos ou azuis, temos nossa sexualidade intrincada ao nosso DNA. E aqui não me demoro nas questões de preconceitos. Deixo só o que Milton Nascimento cantava em 1975, e que hoje serve de tema para as manifestações contra homofobia: “Qualquer maneira de amor vale à pena”.

    [1] Crédito da imagem: Aaron Edwards (flickr) / Creative Commons. URL: https://www.flickr.com/photos/evill1/113813037/. Acesso: 24 de agosto (2016).

    [2] K Alanko et al. Common genetic effects of gender atypical behavior in childhood and sexual orientation in adulthood: a study of Finnish twins. Archives of Sexual Behavior 39, 81 (2010).

    [3] G Schwartz et al. Biodemographic and physical correlates of sexual orientation in men. Archives of Sexual Behavior 39, 93 (2010).

    [4] AR Sanders et al. Genome-wide scan demonstrates significant linkage for male sexual orientation. Psychological Medicine 45, 1379 (2015).

    [5] M Milinski et al. Major histocompatibility complex peptide ligands as olfactory cues in human body odour assessment. Proceedings of Royal Society B 280, 20122889 (2013).

    [6] R Nagata-Kuroiwa et al. Critical role of neuropeptides B/W receptor 1 signaling in social behavior and fear memory. Plos One 6, e16972 (2011).

    [7] M Balter. Can epigenetics explain homosexuality puzzle? Science 350, 6257 (2015).

    [8] A Camperio Ciani et al. Sexually antagonistic selection in human male homosexuality. Plos One 3, e2282 (2008).

    http://www.saense.com.br/2016/08/homossexualidade-e-genetica-e-nao-ha-cura/

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  18. https://drauziovarella.com.br/drauzio/dna-e-homossexualidade/

    www.saense.com.br/2016/08/homossexualidade-e-genetica-e-nao-ha-cura

    https://drauziovarella.com.br/sexualidade/gays-e-heterossexuais-incuraveis/

    http://hypescience.com/o-cerebro-dos-gays-e-igual-ao-do-sexo-oposto/

    http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL602802-5603,00-HOMEM+GAY+TEM+CEREBRO+FEMININO+COMPROVA+ESTUDO.html

    https://drauziovarella.com.br/sexualidade/homossexualidade-dna-e-a-ignorancia

    https://drauziovarella.com.br/sexualidade/a-imposicao-sexual/

    https://drauziovarella.com.br/sexualidade/causas-da-homossexualidade/
    Até agora, muitas pesquisas têm sido conduzidas para determinar a influência da genética, da ação hormonal, da dinâmica de desenvolvimento, das influências sociais e culturais - o que levou muitos a pensar que a biologia e os fatores ambientais desempenham um papel complexo na sua formação. Uma vez pensou-se que a homossexualidade era o resultado de desenvolvimento psicológico defeituoso, resultante de experiências de infância e relações problemáticas, incluindo abuso sexual na infância. Verificou-se que isso se baseava em preconceitos e desinformação.
    A pesquisa identificou vários fatores biológicos que indica estar relacionados ao desenvolvimento da orientação sexual, incluindo genes, hormônios pré-natais e estrutura cerebral. Nenhuma causa controladora única foi identificada, e a pesquisa continua nessa área.
    Embora os pesquisadores geralmente acreditam que a orientação sexual não é determinada por qualquer fator, mas por uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais, com fatores biológicos envolvendo uma complexa interação de fatores genéticos e do ambiente uterino precoce, eles favorecem modelos biológicos para a causa . Eles acreditam que a orientação sexual não é uma escolha, e alguns deles acreditam que ela é estabelecida na concepção. Ou seja, os indivíduos não escolhem ser homossexuais, heterossexuais, bissexuais ou assexuados.

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  19. A Academia Americana de Pediatria afirmou, em Pediatria, em 2004:
    A orientação sexual, provavelmente não é determinada por apenas um fator, mas por uma combinação de influências genéticas, hormonais e ambientais. Nas últimas décadas, as teorias baseadas no fator biológico têm sido favorecidas por especialistas. Ainda continua havendo controvérsia e incerteza quanto à gênese da diversidade das orientações sexuais humanas, não há nenhuma evidência científica de que pais anormais, abuso sexual ou qualquer outro evento adverso da vida influenciem a orientação sexual. O conhecimento atual sugere que a orientação sexual normalmente é estabelecida durante a infância.

    A Associação Americana de Psicologia afirma que: "há provavelmente muitas razões para a formação da orientação sexual de uma pessoa e as razões podem ser diferentes para pessoas diferentes" e diz que a orientação sexual da maioria das pessoas é determinada em uma idade precoce. A pesquisa sobre como a orientação sexual em homens pode ser determinada por fatores genéticos ou outros fatores pré-natais desempenha um papel no debate político e social sobre a homossexualidade e também levanta temores sobre impressão genética e testes pré-natais.
    O professor Michael King afirma: "A conclusão dos cientistas que pesquisaram as origens e a estabilidade da orientação sexual é que essa é uma característica humana que se forma no início da vida e é resistente a mudanças. Evidências científicas sobre as origens da homossexualidade são consideradas relevantes para o debate teológico e social porque prejudicam as afirmações de que a orientação sexual é uma escolha."

    Vocês é que se iludem, a própria psicologia diz que não há prova que abuso sexual, pais anormais é causa para a homossexualidade

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  20. A Associação Americana de Psiquiatria, a Associação Americana de Psicologia e a Associação Nacional dos Trabalhadores Sociais, em 2006, declararam:
    Atualmente, não há consenso científico sobre os fatores específicos que levam um indivíduo a tornar-se heterossexual, homossexual ou bissexual, incluindo possíveis efeitos biológicos, psicológicos ou sociais da orientação sexual dos pais. No entanto, as evidências disponíveis indicam que a grande maioria das lésbicas e adultos homossexuais foram criados por pais heterossexuais e que a grande maioria das crianças criadas por pais gays e lésbicas crescem como heterossexuais.

    O Royal College of Psychiatrists, em 2007, afirmou:
    Apesar de quase um século de especulação psicanalítica e psicológica, não há nenhuma evidência substantiva para apoiar a sugestão de que a natureza da criação dos filhos ou que as primeiras experiências da infância desempenham qualquer papel na formação da orientação fundamental de uma pessoa heterossexual ou homossexual. Parece que a orientação sexual é de natureza biológica, determinada por uma complexa interação de fatores genéticos e do ambiente uterino precoce. A orientação sexual não é, portanto, uma escolha.

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  21. Em reconhecimento da evidência científica, a Associação Americana de Psiquiatria retirou a homossexualidade do DSM em 1973, afirmando que "a homossexualidade em si não implica qualquer prejuízo no julgamento, estabilidade, confiabilidade ou capacidades gerais sociais e vocacionais." Depois de uma profunda revisão de dados científicos, a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição em 1975, e exortou todos os profissionais de saúde mental "para assumir a liderança em eliminar o estigma de doença mental que há muito tem sido associado com orientações homossexuais.

    A Associação Nacional dos Trabalhadores Sociais adotou uma política similar. Assim sendo, os profissionais e pesquisadores de saúde mental há muito reconheceram que ser homossexual não constitui obstáculo inerente à liderança de uma vida feliz, saudável e produtiva, e que a grande maioria dos gays e lésbicas funcionam bem em toda a gama de instituições sociais e de relações interpessoais.

    A Sociedade Chinesa de Psiquiatria retirou a homossexualidade da Classificação Chinesa de Transtornos Mentais em 2001, após cinco anos de estudo pela associação.
    Não há estudos empíricos ou pesquisas que suportem teorias que atribuem a orientação sexual a disfunção familiar ou traumas (Bell et al., 1981; Bene, 1965; Freund & Blanchard, 1983; Freund & Pinkava, 1961; Hooker , 1969; McCord et al., 1962; Peters & DK Cantrell, 1991 Siegelman;, 1974, 1981; Townes et al., 1976)

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  22. O Royal College of Psychiatrists, do Reino Unido, principal organização profissional de psiquiatras do Reino Unido afirmou:
    Esta história lamentável demonstra como a marginalização de um grupo de pessoas que têm traços de personalidade em particular (neste caso a homossexualidade) pode levar a prática médica nociva e a uma base para a discriminação na sociedade. Existe agora um grande corpo de evidências de pesquisas que indica que ser gay, lésbica ou bissexual é compatível com uma saúde mental e um ajustamento social normais. No entanto, as experiências de discriminação na sociedade e uma possível rejeição por amigos, familiares e outros, tais como empregadores, significa que algumas pessoas LGB têm uma experiência maior que a esperada na prevalência de problemas de saúde mental e de uso indevido de substâncias. Embora tenha havido reclamações por grupos políticos conservadores nos Estados Unidos de que esta maior prevalência de problemas de saúde mental é a confirmação de que a homossexualidade é um transtorno mental em si, não há qualquer evidência para fundamentar tal afirmação.

    A Associação Americana de Psiquiatria, a Associação Americana de Psicologia e a Associação Nacional dos Trabalhadores Sociais declararam: Em 1952, quando a Associação Americana de Psiquiatria publicou o seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a homossexualidade foi incluída como uma desordem. Quase imediatamente, no entanto, essa classificação começou a ser submetida ao escrutínio crítico em uma pesquisa financiada pelo Instituto Nacional de Saúde Mental. Esse estudo e a pesquisa subsequente falharam em conseguir apresentar qualquer base empírica ou científica para considerar a homossexualidade como um distúrbio ou anormalidade, ao invés de uma orientação sexual normal e saudável. Como resultado dessa pesquisa acumulada, os profissionais em medicina, saúde mental e em ciências comportamentais e sociais chegaram à conclusão de que era incorreto classificar a homossexualidade como uma desordem mental e que a classificação do DSM refletia pressupostos não testados com base em normas sociais prevalentes e impressões clínicas a partir de amostras representativas compostas por pacientes que procuram tratamento e por indivíduos cujo comportamento trouxe para o sistema de justiça criminal.

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